14 setembro, 2007

Quando lhes convêm

Não posso deixar de citar um trecho do post do Luis Nassif Online no qual se comenta a conduta de alguns políticos há 4 anos. É óbvio que o fim do voto secreto é imperativo, contudo, para alguns deputados e senadores, essa matéria é algo controversa, as opinões sobre ela oscilam de acordo com...
...a conveniência dos seus interesses.
Supresos? Eu aposto que quase caíram da cadeira! Eu sou mesmo mestre em aprontar surpresas, por essa vocês nunca esperavam.
A elegia da hipocrisia (...) Arthur Virgílio, por exemplo, que hoje fez veemente defesa do voto aberto no início do julgamento, dizia na ocasião: "O voto secreto é um instrumento que deixa o parlamentar a sós com sua consciência em uma hora que é sublime, em que o voto é livre de quaisquer pressões, que podem ser familiares, do poder econômico, de expressão militar ou de setores do Executivo. Voto pela manutenção do voto secreto". E assim também fizeram, na ocasião, seus colegas Cesar Borges (DEM), Tasso Jereissati (PSDB), Eduardo Azeredo (PSDB), Heráclito Fortes (DEM), Garibaldi Alves (PMDB), Gerson Camata (PMDB), Agripino Maia (DEM), Edison Lobão (DEM), Marco Maciel (DEM), José Sarney (PMDB), Mão Santa (PMDB) e Leomar Quintanilha (PMDB), entre outros.
Clique aqui e leia o post na íntegra. ATUALIZAÇÃO (15/09): Se vocês tiverem fôlego, leiam também o post de Alon no qual ele sugere boas razões para que o Senado esqueça a proposta de pôr fim ao voto secreto, A ditadura do Executivo e os candidatos a Robespierre (14/09).

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