29 agosto, 2007

O Amor, Deus e o Rato morto



Este heideggeriano¹ que vos fala, desamparado e sem recursos, sopesou ante lembrança do conto Perdoando Deus, de Clarice Lispector, que ocorreu a meinen Freund André. Se você sentiu asco pela figura acima, sinta-se despreparado para o amor. Toda essa cerimônia é apenas o pretexto para citar um fragmento que dispensa comentários:
Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente.
¹ Piada interna, não tente compreender.

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